Como não se fazer um dez a quadrão

quarta-feira, 31 de outubro de 2012



Estávamos nós em Serra Talhada, no intervalo do Projeto Cordel e Repente: na caneta ou na viola a gente faz escola. Como acontece sempre, partimos para os versos e entre estes, decidimos pela modalidade Dez a quadrão, na qual os poetas compõe a estrofe conjuntamente, com cada um dizendo um dos versos.
         Para esta modalidade existe a deixa e a deixa foi novo. Veja quem estava na roda e o que foi que saiu:

Alexandre Morais:      Isto não tem meu aprovo
Genildo Santana:        E eu também não aprovo
George Alves:              Este assunto eu não renovo
Adelmo Aguiar:          Porque é difícil e novo
Alexandre Morais:     Se foi meu o desaprovo
Genildo Santana:       Não tem minha aprovação
George Alves:             Também não aprovo, não
Adelmo Aguiar:          De que diabo tão falando
Genildo Santana:       Que ninguém tá aprovando
Todos:                          E lá se vão dez a quadrão


    Claro, que a risada foi geral. Ôh verso sem futuro!

O que eu devo fazer pra se feliz?

sábado, 27 de outubro de 2012



Outro dia, neste mote de Elenilda Amaral, eu fiz:

 
Com o peso de quem já bem viveu,
Bem depois de já muito ter amado,
Bem depois de já muito ter se dado,
Inda faço perguntas ao meu eu:
A tristeza, porque me escolheu?
A saudade porque me rouba a paz?
Toda noite uma angústia nova traz
E não leva do mal nem um só triz...
O que eu devo fazer pra ser feliz
Se o que eu faço até hoje não me faz?

No caminho do amor eu não dou sorte.
Só deparo com pau e pedregulho,
Se não fosse um restinho de orgulho
Eu já tinha me entregue à brusca morte.
Minha bússola é sem sul e é sem norte,
Todo rumo que aponta é para trás,
Todo plano que eu faço ela desfaz
Já desfez mais de dez dos que eu fiz
O que eu devo fazer pra ser feliz
Se o que eu faço até hoje não me faz?

Rolando Boldrin declama Zé da Luz


Ferreira Gullar - Traduzir-se

“Poesia não nasce pela vontade da gente, ela nasce do espanto, alguma coisa da vida que eu vejo e que não sabia. Só escrevo assim”

Ferreira Gullar, sobre seu processo de criação


Traduzir-se

Uma parte de mim
é todo mundo:
outra parte é ninguém:
fundo sem fundo.


Uma parte de mim
é multidão:
outra parte estranheza
e solidão.


Uma parte de mim
pesa, pondera:
outra parte
delira.


Uma parte de mim
almoça e janta:
outra parte
se espanta.


Uma parte de mim
é permanente:
outra parte
se sabe de repente.


Uma parte de mim
é só vertigem:
outra parte,
linguagem.


Traduzir-se uma parte
na outra parte
- que é uma questão
de vida ou morte -
será arte?



Isso, sim, é que é raiz
Ler cordel assim dá pé
A arte entre as gerações
Foi assim e ainda é
Como se vê Paulo Henrique
E o seu avô Dedé

< Alexandre Morais >

Coisa boa é assim

 
As ações que fiz, deixo de exemplo;
Pois segui cada som da consciência.
Do sertão eu herdei a resistência
Da enxada fiz oficio e o meu templo.
Com a vista cansada eu contemplo

As bênçãos que Deus a mim doou,
Não reclamo; muito grato a ele sou,
Pois me deu mais um dia a ser contado
Envergado de velho meu cajado
É que apruma o que a vida desviou.

Contemplei cada noite enluarada

Clareando cada noite de romance.
Tive sonhos, alguns fora de alcance;
Mas achei o meu bem, a minha amada.
Quando a lua no céu está parada,
Lembro os olhos da bela que me amou
E orvalho que o rosto meu molhou
Pareceu que da lua foi pingado
Envergado de velho meu cajado
É que apruma o que a vida desviou.

Carrego todo peso de meus anos

No meu rosto, cada ruga é uma história.
Hoje fraco, guardo traços de memória,
Com momentos reias outros insanos.
Não é fácil, para nós velhos decanos,
Relembrar cada dia que passou,
E do pouco daquilo que sobrou
Vejo às vezes no vento ser levado
Envergado de velho meu cajado
É que apruma o que a vida desviou.

< Wellington Rocha >

MENSALÃO, VERGONHA NACIONAL


      Para os que gostam de literatura de cordel e para os que acompanharam a história do maior escândalo de todos os tempos no Brasil.  Um resumo cronológico dessa página vergonhosa da nossa História, que nos envergonha  mas que, por outro lado, nos enche de esperança de dias melhores, com Justiça e Decência para um país tão desigual.

MENSALÃO, O MAIOR ESCÂNDALO DA
HISTÓRIA DO BRASIL
Autor: Fred Monteiro

Corria 2005
era o dia 10 de maio
quando um mero burocrata
com a cara de lacaio
dos quadros da ECT
(Correios, como se vê)
deu uma de papagaio

Meteu a língua nos dentes
entregou todo o serviço
pra dizer a um empresário
que sem muito rebuliço
aceitava uma propina
pra poder abrir a mina
e assumia o compromisso

O empresário sabido
filmou a reunião
e o Seu Maurício Marinho
que era um perfeito ladrão
embolsou de logo a grana
e esse filme bacana
passou na televisão


"A cada dia que vivo, mais me convenço de que o desperdício da vida está no amor que não damos, nas forças que não usamos,na prudência egoísta que nada arrisca e que, esquivando-nos do sofrimento, perdemos também a felicidade. A dor é inevitável. O sofrimento é opcional."


Carlos Drummond de Andrade

Colaboração: Aristeu Bezerra
Foto copiada de: www.cafecomtripa.blogspot.com

Vai que vale a pena

quarta-feira, 24 de outubro de 2012

terça-feira, 23 de outubro de 2012

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Viva, uma viola na Prefeitura!



Carta Aberta a Sebastião Dias e ao povo de Tabira

Por Ruy Sarinho, Jornalista


            Brotou poesia das urnas de Tabira. A eleição, pela primeira vez no Brasil, de um repentista cantador de viola e mestre na sua arte, Sebastião Dias, de uma tacada só, derrubou preconceitos e a prepotência dos políticos doutores entre aspas desta Cidade do Sertão do Pajeú pernambucano, que respira cultura viva e vocação poética por todos os seus recantos e pelo meio do mato e até no canto dos passarinhos.
            Foi um grito violado de uma população sempre tratada com arrogância e olhar superior por aqueles que se acham donos da consciência do povo. Aquela gente política que se impõe pelo poder econômico, tratando-se mutuamente por doutores, que nem de longe são de sabedoria, para perpetuar essas elites no comando político.
            Sebastião Dias foi eleito prefeito sem o apoio de caciques locais, mas embalado pelos acordes de sua viola que tentaram ridicularizar, pois queriam destruir a réplica de uma grande viola montada em praça pública, após a derrota do candidato-cantador.
            Não conseguiram quebrar a viola.
           Quebraram foi a cara!
            Pinto do Monteiro, lá do alto das estrelas que iluminam no firmamento a sua verve poética, está festejando em suas rimas geniais a vitória da sabedoria popular que botou na Prefeitura de Tabira um menestrel violeiro.      
           Graças a Deus, não sou doutor; muito menos, gosto dos que se impõem doutores.
            Com certeza, dois cearenses os que mais admiro também estão aplaudindo lá de cima a vitória de Sebastião Dias: Dom Helder Câmara e Miguel Arraes de Alencar, que carregavam dentro de si a alma do povo.
            Uma vitória que está inundando de felicidade a gente simples de Tabira.
            Aqui, da minha Olinda, vibro com a inteligência dos eleitores tabirenses que romperam a mordaça que os calava e se libertaram pelos versos e com os versos do poeta Sebastião Dias.
            Meu amigo Sebastião Dias, minha ligação com a cultura popular vem de sempre, da beira do mar e do vai-e-vem das ondas de Olinda do Largo de Nossa Senhora da Santa Cruz dos Milagres, na entrada da Cidade, onde morei desde o nascimento até a idade adulta. Das histórias contadas pelos mais velhos da lendária Troça Carnavalesca Donzelinhos dos Milagres. Vem do maracatu rudimentar que descia do Guadalupe, trazido na folia por sua rainha, a vigorosa guerreira Celina, antiga lavadeira que prestava seu dedicado serviço na casa dos meus pais, e que se orgulhava e encantava o carnaval com sua calunga negra na mão, numa coreografia pura nascida do próprio povo.
            Da minha amizade com Bajado – Um Artista de Olinda, ao convívio, até hoje, com o italiano mais olindense que conheci, Giusepe Bacaro, também seu amigo, que realizava os inesquecíveis e imbatíveis Torneios de Repentistas de Olinda e as Caravanas da Poesia Popular, País afora, e que participei de uma das caravanas, pelo Nordeste, ao seu lado..
 Como estudante de jornalismo fui o autor de um projeto na formatura de minha turma, concluinte de 1983, que defendia e denunciava a falta de projetos culturais pelos governos para a cultura raiz do nosso povo, bem como a penúria em que viviam nossos artistas geniais. Contrariando o modelo antigo, e viciado, de escolher para patrono da turma um rico empresário da comunicação para bancar a festa, que seria Paes Mendonça, apresentei a ideia que encantou toda a turma, de ter como patrono nosso cantador maior: Pinto do Monteiro. Outros homenageados foram o pintor Bajado, que pintou num grande quadro em folha de compensado, como placa de formatura que está no auditório da Unicap; um santeiro de barro desconhecido de Goiana e o poeta Delarme Monteiro, que escreveu o convite-cordel da formatura, aqui ilustrado pela estrofe abaixo:

                                     “A turma do Padre Mosca
                                      Para manter seu cartaz
                                      Terá como paraninfo
                                      A dona Vera Ferraz,
                                      E patrono o violeiro
                                      Que é Pinto do Monteiro
                                      Um repentista capaz.”

         Sem o tradicional baile de formatura, a grande festa foi o encerramento do VIII Torneio de Repentistas de Olinda, no dia 22 de janeiro de 1984, seguido por um encontro informal entre os novos jornalistas, convidados e os gênios da cantoria e da poesia, como você, Louro do Pajeú, João Furiba, Patativa do Assaré, Ivanildo Vilanova, Oliveira de Panelas, João Paraibano, Guriatã do Norte, Sinésio Pereira, Antônio Lisboa, Edmilson Ferreira, Cachimbinho e tantos outros que fazem e faziam da poesia do improviso a arte do bem viver, todos reunidos no anfiteatro da Casa das Crianças de Olinda, dirigida por Bacaro.
            Daí, minha felicidade por poder cumprimentá-lo como o novo prefeito de Tabira, a partir de primeiro de janeiro de 2013.
            Como não sou poeta, encerro minha homenagem com mais uma estrofe do para sempre Delarme Monteiro, desejando que você seja na Prefeitura de Tabira quase tão genial como é na beleza dos seus versos e na força da sua indomável viola:
          
                                      “Porque de fato um poema
                                        Como faz o menestrél
                                        Cantando ao som da viola
                                        Tem a doçura do mel
                                        Poesia doce e pura
                                        Extraída da cultura
                                        Que chamamos de cordel.”

Um grande abraço, meu Poeta-Prefeito, Sebastião Dias.

 Olinda, 23 de outubro de 2012.

O livro de sua vida - Por Galeno Amorim

domingo, 21 de outubro de 2012

 Tony Ramos (ator)
Dom Quixote

Miguel de Cervantes - Revan -
25/05/2011O livro marcante na vida do premiado ator de TV e cinema foi um presente de um tio, quando Tony tinha sete anos. "Meu tio me disse que a leitura forma e informa o homem", lembra, sobre o conselho que foi entregue com a obra. Leitor contumaz, o artista também contou, em entrevista à Veja, que ainda menino pegava dois ônibus para pesquisar novos títulos na Biblioteca Mário de Andrade, em São Paulo.

De Zé para Ariano

Zé Adalberto / Itapetim-PE
   


    O poeta José Adalberto, natural de Itapetim, aproveitou a passagem do escritor Ariano Suassuna por aquela cidade para agradecer-lhe, em versos, a homenagem prestada ao compositor pernambucano Lourenço Fonseca Barbosa, popularmente conhecido como “Capiba”.
 
     Ariano, de 85 anos de idade, continua viajando pelo interior com uma equipe da Secretaria de Cultura para fazer a defesa do “popular” e do “nacional”.

     Ele incluiu no roteiro a cidade de Itapetim por ser o berço de consagrados poetas como Rogaciano Leite e os irmãos Batista (Lourival, Dimas e Otacílio). Em sua homenagem, o poeta José Adalberto dedicou-lhe os seguintes versos:

I.
Por inspiração que eu tenha
Por mais sorte que eu reúna
Poder beber do carisma
De Ariano Suassuna
O meu coração me disse
Que é como se eu dividisse
Com Deus a mesma tribuna.

II.
A hora é bem oportuna
Pra dizer honestamente
Que o nosso convidado
É mais do que um presente
Com os seus contos risonhos
Esse arquiteto de sonhos
Tem realizado a gente.

III.
Eu sei que a sua vertente
Muito além da minha está
Talvez porque não nasci
Também em Taperoá
Mas, claro, de preferência
Com um pouco da essência
Que a natureza lhe dá.

IV.
Nasci aqui no Juá
Bem próximo a Rogaciano
Que promoveu o primeiro
Festival parnasiano
De poetas cantadores
Dividindo as mesmas flores
Com o nosso mestre Ariano.

V.
O nobre parabucano
Com a sua aparição
Nos pôs num teto de paz
Logo que pisou no chão
Desta cidade singela
Onde o verso se revela
Como a fé no coração.

VI.
Fica a nossa gratidão
Por ter sua companhia
Quando puder retornar
Ao Ventre da Poesia
Basta avisar ao Prefeito
Que logo se acha um jeito
De repetir esse dia.

Fonte: blog de Inaldo Sampaio / Enviado por Aristeu bezerra

Chegamos em Serra Talhada

quinta-feira, 18 de outubro de 2012

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    O Projeto Cordel e Repente: na caneta ou na vila a gente faz escola aporta nesta sexta-feira, dia 19 de outubro, no Museu do Cangaço, em Serra Talhada. A fundação Cultural Cabras de Lampião é a grande anfitriã e esta última etapa promete. Presenças de Alexandre Morais, Genildo Santana, Adelmo Aguiar, George Alves, Henrique Brandão, Elenilda Amaral e outros, além da vastíssimo acervo do Sebo Cultural de São José do Egito.
     Nos horários da manhã e tarde haverá oficina de poesia popular, feira e exposição de cordéis, livros, CDs, DVDs e produtos culturais. À noite, muita poesia cantada e declamada.
      O projeto é financiado pelo Ministério da Cultura através do Programa Mais Cultura e foi selecionado pelo Prêmio Patativa do Assaré de Literatura de Cordel. A entrada é franca.

E viva Sebastião Dias, novo prefeito de Tabira

terça-feira, 16 de outubro de 2012

 
                         Das quatro e meia em diante,
                         Sinto de Deus o poder,
                         Um sopro espatifa as nuvens
                         Para o dia amanhecer,
                         Deus enfeita o firmamento
                         E a vassoura do vento
                         Varre o céu pra o sol nascer.


 Só não vai ser prefeito do tanto que é poeta porque não existe prefeito bom desse tanto.


sexta-feira, 12 de outubro de 2012

 

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Deletaram a Cegonha...

Como contar aos filhos dessa nova geração a mais antiga das questões:
"de onde vêm os bebês?"


'Pai, como é que eu nasci?'

Muito bem, tínhamos de ter essa conversa um dia!!!... O que aconteceu foi o seguinte: eu e sua mãe nos conhecemos e nos encontramos num
chat desses da web , que existem para conversar.. O papai marcou um Interface com a mamãe num Cybercafé e acabamos Plugados no banheiro dele. A seguir, a mamãe fez uns Downloads no Joystick do papai e, quando estava tudo pronto para a Transferência de Arquivo , descobrimos que não havia qualquer tipo de Firewall conosco. Como era tarde demais para dar o Esc , papai acabou fazendo o Upload de qualquer jeito com a mamãe e, nove meses depois... apareceu você:........o Vírus... 
 
 
Colaboração Aristeu  Bezerra

Zécutivo

Um alto executivo, estressado, foi ao psiquiatra. O psiquiatra, logo diagnosticou:

- O Senhor precisa se afastar por duas semanas da sua atividade profissional. Vá para o interior, isole-se do dia-a-dia e busque atividades que relaxem.

O executivo procurou seguir as orientações...
Munido de vários livros, CDs e laptop, mas sem o celular, partiu para a fazenda de um amigo.

Nos dois primeiros dias, ele já havia lido dois livros e ouvido quase
todos  os CDs. Continuava inquieto.

Pensou em alguma atividade física como antídoto para a ansiedade que ainda o dominava. Chamou o administrador da fazenda e pediu para fazer algo.

O administrador ficou pensativo e viu uma montanha de esterco que havia acabado de chegar. Disse ao nosso executivo:

- O Senhor pode ir espalhando aquele esterco em toda aquela área que será  preparada para o cultivo.

O administrador pensou: 'Ele deverá gastar uma semana nessa tarefa'.
Ledo  engano.

No dia seguinte o executivo já tinha distribuído o esterco por toda a área.

O administrador então lhe deu a seguinte tarefa: abater 500 galinhas cortando suas cabeças com uma faca. Foi fácil: em menos de 3 horas já estavam todas prontas para serem depenadas.

Pediu logo uma nova tarefa ao administrador:

- Estamos iniciando a colheita de laranjas. O Sr. vá ao laranjal
levando três cestos para distribuir as laranjas por tamanho. Pequenas, médias e grandes.

No fim daquele primeiro dia o executivo não retornou.

Preocupado, o administrador se dirigiu ao laranjal.

Viu o executivo com uma laranja na mão, os cestos totalmente vazios, falando sozinho:

- Esta é grande. Não, é média. Ou será pequena???
- Esta é pequena. Não, é grande. Ou será média???
- Esta é média. Não, é pequena. Ou será grande???

Moral da história:

Espalhar merda e cortar cabeças é fácil.

Difícil é tomar decisões...

 
 
 
 
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