Nem burro, nem idiota

segunda-feira, 31 de agosto de 2009

Cada um na sua e respeito pra todo nós. Mas me identifiquei tanto com o comentário do Luiz Berto, autoentitulado e respeitado como Papa da Igreja Católica Apostólica Sertaneja, que resolvi transcrevê-lo. Leia aí:

"É por isso que eu não me meto a escrever poesia. Sobretudo a chamada 'poesia moderna'. Sou perfeccionista, gosto de fazer tudo bem feito. E eu jamais conseguiria compor uma obra-prima perfeita como esta, de um poeta carioca, que li hoje pela manhã na internet. Vejam só:

O texto, escura escama, pesadelo de eternidade,
máscara densa do universo vomitando.
O texto, mas não a energia que o pensou,
interrogando a simultaneidade absoluta.

Num vou passar atestado público de burrice dizendo que não entendi. Nem tampouco atestado de idiota dizendo que entendi. Só quero dizer que eu jamais conseguiria escrever algo assim. Sou muito limitado."
E tu! O que dizes?

2 comentários:

Dalinha Catunda disse...

Oi Alexandre,
Dei umas caminhadas pelo seu blog, achei massa.
Muita coisa interessante e voltarei com calma para apreciar melhor.
Um abraço,
Dalinha

TaizaM. disse...

Se o não entender isso significar ignorância... eu sou mais uma do rol dos burros convictos e orgulhosos de tal condição.

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