Foi-se o Preto Pena Branca

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

O cantor raiz desencarnou ontem (08) à noite. E não vou dizer mais nada porque esse verso de Jorge Filó diz mais do que tudo:

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Foi primeiro o poeta Xavantinho
Grande lastro da nossa cantoria
Pena Branca era a sua companhia
Que cantava igualmente um passarinho
Essas aves deixaram nosso ninho
E a cantiga do mato agora arqueja
Sei que a morte fatal ninguém deseja
Mas um dia ela chega e a voz estanca
Com a morte do Mestre Pena Branca
Morre um pouco da musa sertaneja

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