É poesia demais, poetas!

sábado, 22 de maio de 2010

Manoel Xudu

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Voei célere aos campos da certeza

E com os fluidos da paz banhei a mente

Pra falar do Senhor Onipotente

Criador da Suprema Natureza

Fez do céu reino vasto, onde a beleza

Edifica seu magno pedestal

Infinita mansão celestial

Onde Deus empunhou saber profundo

Pra sabermos nas curvas deste mundo

Que ele impera no trono divinal.

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Diniz Vitorino

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Vemos a lua, princesa sideral

Nos deixar encantados e perplexos

Inundando os céus brancos de reflexos

Como um disco dourado de cristal

Face cálida, altiva, lirial

Inspirando canções tenras de amor

Jovem virgem de corpo sedutor

Bem vestida num “robe” embranquecido

De mãos postas num templo colorido

Escutando os sermões do Criador.

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Manoel Xudu

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Os astros louros do céu encantador

Quando um nasce brilhando, outro se some

E cada astro brilhante tem um nome

Um tamanho, uma forma, brilho e cor

Lacrimosos vertendo resplendor

Como corpos de pérolas enfeitados

Entre tronos de plumas bem sentados

Vigiando as fortunas majestosas

Que Deus guarda nas torres luminosas

Que flutuam nos paramos azulados.

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Diniz Vitorino

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Olho os mares, os vejo revoltados

Quando o vento fugaz transtorna as brumas

E as ondas raivosas lançam espumas

Construindo castelos encantados

As sereias se ausentam dos pecados

Que nodoam as almas dos humanos

E tiram notas das cordas dos pianos

Que o bom Deus ocultou nos verdes mares

E gorjeiam gravando seus cantares

Na paisagem abismal dos oceanos.

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