Meu perdão

sexta-feira, 20 de julho de 2012

Tava meu cumpade, professor e poeta Genildo Santana sem fazer nada e me chamou pra ajudá-lo. Claro que eu aceitei. Ficamos fazendo nada e tomando cerveja. Lá pras tantas chega Dió e além de nada e cerveja a gente fez verso. Aí fui deixar Genildo em Tabira e ele chamou Dudu Morais pra terminar de fazer nada com a gente, aí a gente foi nada fazer na casa de Dudu, já depois das 10 da noite. Genildo se explica nesse verso, feito na ressaca do nada do dia seguinte:

DUDU MORAIS, MEU PERDÃO,
POIS SÓ AGORA PERCEBO,
RECEBER UM PAR DE "BEBO",
NÃO É COISA BOA, NÃO!
TER QUE PRESTAR ATENÇÃO
EM QUEM TÁ DE LÍNGUA TORTA,
MAS SE ISSO LHE CONFORTA
É QUE DEPOIS DUMA GRADE,
A GENTE SENTIU SAUDADE
E BATEU NA SUA PORTA.


Eu acho que Dudu perdoou.

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