Vou bebendo seu veneno Nas taças da madrugada

quinta-feira, 22 de agosto de 2013



O que era uma amizade

Virou um amor e enfim

Virou tragédia pra mim

Com tédio, angústia e saudade

A minha cara metade

Virou uma descarada

O amor voltou ao nada

E no nada eu sofro e peno

Vou bebendo seu veneno

Nas taças da madrugada



O tribunal do amor

Acusa, julga e condena

E às vezes quem paga a pena

Não é do mal o autor

Minha alma sofre a dor

Que não sofre a desalmada

E se ela for julgada

Eu não sou Deus, mas condeno

Vou bebendo seu veneno

Nas taças da madrugada

< Alexandre Morais>

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