terça-feira, 22 de outubro de 2013




Nas entranhas da alma de quem sonha
Mora, rude, o fantasma da esperança,
Redizendo que quem espera alcança
Mesmo sendo a espera tão medonha.
Ouço, assim, do meu íntimo cansado
De esperar um futuro anunciado,
Que a esperança já tomba, quase morta...
Morra não, companheira, morra não!
Que o Brasil inda é um coração
E a esperança inda é a sua aorta.

< Alexandre Morais >


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