A resposta

terça-feira, 11 de fevereiro de 2014



     Pra essa aqui é preciso um breve introdutório. A hilária professora Valda relembrou, ainda na fase inicial da formação, uma passagem de quando ainda era criança. Arrancou gargalhadas daquelas que fazem a gente chorar. É que além de ter um jeito especialíssimo de contar, Valda, fiel ao fato, citou alguns ditos “palavrões”. Sim, alguns termos nominantes de nossas partes baixas (masculinas e femininas).
     Valda abusou (no bom sentido, claro) da liberdade e da espontaneidade. Afinal, era uma passagem real, vivida há anos. E tinha versos. E certamente por isto Valda ainda os lembrava. E exatamente por isto foram muito pertinentes ao assunto tratado.
     E então? Então é que na hora da produção dos próprios versos, Valda, agora com o apoio de alguns colegas, deu a resposta para a reação da sala quando de sua primeira participação.

Valda, em sua performance "declamadora comediante"

     Claro, Valda novamente foi espontânea e caprichou nos termos impudicos. Para preservar os puros, alterei os versos (sem a devida permissão dos autores) para esta publicação.
     Ficaram assim:
 
Minha paródia deixou
Meus colegas encantados
Admirando o show
Sem ficar incomodados
Pois isso é diversidade
Não há termos depravados

Ninguém queira ignorar
Ou achar que é palavrão
Já que as nossas partes íntimas
Muito abençoadas são
Pois ninguém vive sem elas
Diga se é verdade ou não?

< Valda Lúcia, Neuma Marques, Manoel Marcos e Dioneide Cristóvão >

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